No Blasfémias: Maturidade e paz com o Establishment

Perdoem-me o inconformismo, mas é o paradigma. Não se atacam ideias, não se esgrimem argumentos, não se conceptualiza. Ataca-se cegamente, por onde se pode.

A ideia subjacente ao “argumento” de Helena Matos parece ser a ideia de que com o advento da maturidade, se vai fazendo a paz com – perdoem-me a expressão anglófona – o Establishment. Com a ordem ideológica, económica e legal vigentes. Este parece ser uma premissa que se baseia nas observações que a Helena faz da natureza dos homens. E que mesmo Francisco Louçã, tão homem como Sócrates (o filósofo, não o “homem de Estado”) terá de se submeter aos ditames das Moiras, as três irmãs que determinavam o destino. Talvez Helena F. Matos não conceba que, chegado às mais altas instâncias do poder, se a vontade  geral assim o determinar, Louçã poderá dar início à mudança radical que permita o desmantelamento das estruturas que permitem desigualdades perversas na nossa comunidade.

E a necessidade dita que nada menos que mudança radical (abordar as raízes do problema) é solução para os males correntes.

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